Dus amigu na ianda…

Fase(s) da caminhada:
Tipo de elemento didático:
Participantes:
Temas geradores:
Tamanho do Grupo: Pequeno, 12–15 pessoas, Medio, 20–25 pessoas

PREPARAÇÃO

Materiais comuns: Não são necessários

Um espaço calmo, sem barulho e com sensação de segurança. Precisa haver um local com areia por perto (mesmo um caminho de areia já serve).

A facilitadora lê a parábola antes, treina uma voz calma e garante que o grupo esteja confortável e sem interrupções.

Algumas pessoas podem emocionar-se ao falar de experiências dolorosas. É importante não forçar ninguém a falar ou a escrever na areia, mas também facilitar para que o possam fazer, se quiserem.

ROTEIRO - PASSO A PASSO

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DICAS E PERGUNTAS PARA A REFLEXÃO

Vamos refletir profundamente sobre a experiência que acabámos de viver em conjunto. Que experiência teve cada um/uma de nós? Que aspetos das nossas vidas, das nossas famílias, do nosso trabalho, das nossas organizações e do nosso país podemos relacionar com ela?

Bola stá na bantaba:

OBJETIVOS E EXEMPLOS AUDIOVISUAIS

Objetivos específicos:

Esta dinâmica convida o grupo a refletir sobre os laços de amizade e o valor do cuidado mútuo. Ela mostra que nem todas as dores precisam ser carregadas para sempre — algumas podem ser escritas na areia, deixadas para trás com o vento do tempo. Ao mesmo tempo, ensina que os gestos de apoio e solidariedade devem ser gravados na pedra da memória, como sinais de confiança e reconhecimento.

A atividade também ajuda a compreender o peso das mágoas e a força transformadora do perdão. Ela abre um espaço simbólico e seguro para que as pessoas possam partilhar histórias difíceis sem julgamento, e começar a olhar essas vivências com mais leveza, compaixão e esperança.

Objetivos gerais: Empatia e conexão, Autoconhecimento, Escuta ativa, Libertação emocional, Confiança no grupo, Aplicação prática