Os populares de setor de Bissorã, no norte do país, queixam–se de supostas vendas múltiplas de terreno por parte das autoridades administrativas.
Nos últimos anos, essa prática da venda de terrenos está a ser uma prática comum entre os proprietários tradicionais, devido a valorização da castanha de caju, constituindo assim conflitos de posse de terra, por exemplo nas comunidades de Candjungudo e de Bankulé, setor de Bissorã.
As duas povoações estavam sem ânimo em ver ultrapassada a discórdia sobre o limite fronteiriço entre as duas localidades.
O GKP de Oio reuniu-se em separado com as duas comunidades de Candjungudo e de Bankulé. Após auscultação, ficou acordado entre as partes a cedência dos terrenos em conflito e ficou esclarecido quem são os verdadeiros proprietários dos mesmos.
O Grupo Kumpuduris de Paz de Oio verificou no terreno outros conflitos gerados pela má gestão e vendas múltiplas, a saber:
Dada a natureza deste conflito, as duas localidades compreenderam que deve existir boa vizinhança e por isso decidiram definir a ponte que liga as duas povoações como limíte entre as comunidades de Candjungudo e de Bankulé.
Muito embora, até este momento não houve assinatura da declaração conjunta, como era o desejo e vontade de comités das duas aldeias e do GKP de Oio.
De acordo com informação recolhida após os encontros de sensibilização, recomenda-se: