Este conflito foi inicialmente trabalhado durante o ciclo formativo conduzido pela DDCC, no qual se conseguiu desbloquear posições rígidas e restabelecer canais de comunicação entre as aldeias.
O consenso alcançado representou um primeiro passo relevante, mas revelou a necessidade de acompanhamento para evitar recaídas.
O trabalho de seguimento centrou-se, assim, no reforço da confiança mútua e na consolidação de soluções aceites pelas duas comunidades
Em 2014, moradores das comunidades rurais em Saré-Djiddé-I e Saré-Djiddé-II, discordam sobre o espaço onde vai ser construída uma nova escola.
Saré-Djiddé-II entendem que por ser aldeia mais desenvolvida e melhor situada, com fácil acesso para as crianças das duas tabancas, deveria ser ali construída a nova escola. Enquanto os de Saré-Djiddé-I advogam que é a primeira tabanca da zona e por mérito deve ser a localidade a beneficiar da escola.
Com base nos critérios de mediação pacifica dos conflitos, Badim–Kafô, após de ter ouvido as partes, ficou assim delineado os passos a seguir:
Houve boa receptividade e participação da comunidade para com o Grupo de Kumpuduris di Paz, Bádim Kafó, que conseguiu convencer as comunidades da necessidade de procura de um consenso entre as aldeias.
Depois da mediação promovida pelo GKP–Gabu as partes em conflito alcançaram o consenso de que as crianças de Saré-Djiddé-I devem ir frequentar aulas na tabanca de Saré-Djiddé-II. Neste momento as duas comunidades re-estabeleceram as relações interrompidas por causa do conflito.
GKP Bádim-Kafó elegeu como sugestões para o seguimento e consolidação dos resultados os seguintes pontos: