No âmbito das mediações iniciais apoiadas pela DDCC e pelo programa EU-PAANE, este conflito conheceu uma primeira distensão, com sinais claros de reaproximação entre as partes.
A experiência mostrou, contudo, que a gestão partilhada dos recursos naturais exige mais do que acordos verbais.
A fase posterior privilegiou o aprofundamento dos consensos e o tratamento das causas estruturais da disputa, com vista à sua sustentabilidade.
Na região de Gabú, nas aldeias de Cumpagnhor e Sampaiaia, os criadores de gado e agricultores envolveram-se numa disputa de bolanha, esse litígio que transformou num confronto verbal entre os regulados de Mana e Tumana.
A situação inicial antes da intervenção de GKP-Gabu não havia comunicação entre as duas aldeias, as ameaças e confronto verbal separou as duas comunidades devido a desconfiança de um possível confronto físico. Para agravar ainda mais a situação houve uma baixa na produção agrícola em ambas aldeias.
Para consolidar as mediações realizadas em 2014, o GKP-Gabú, apos análise aprofundada, ficou assim delineado os passos a seguir:
Há um entendimento entre as partes restabeleceram boa vizinhança e há colaboração entre entidades religiosas. Há consenso entre as duas aldeias na divisão justa de terreno agrícola, o que tem contribuído para aumento da produtividade.
No sentido encontrar soluções para o conflito existente, o GKP- Gabu, sugeriram o seguinte: