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Atividade: 2ºPasso Curso básico

Curso básico em Educação para a paz e transformação pacífica de conflitos.

Conflito fundiário em Tchanghe Iaia: acordos, promessas e impasses

Disputa de terreno envolvendo antigas cedências, interesses privados e ausência de resposta administrativa, com impacto duradouro na convivência comunitária.

Fulacunda: quando dialogar é mais forte que mandar

A mediação ajudou régulo e administrador a ultrapassar rivalidades e a trabalhar juntos na gestão justa das terras comunitárias.

Quando a terra divide aldeias e põe à prova a justiça local

Acusações de parcialidade do régulo e da polícia agravaram o conflito fundiário. O processo mediado permitiu um entendimento duradouro.

Quando a transição de liderança ameaça a coesão juvenil

Em Fulacunda, a recusa em aceitar resultados eleitorais fragilizou uma associação juvenil. O diálogo institucional restaurou regras e confiança.

Quando a disputa pela terra ativa linhas étnicas latentes

Políticas locais, pescado e governação do mercado em Buba

Da fragmentação ao entendimento: mediação na ilha de Wite

Auscultação local e ações graduais para conter práticas destrutivas, apoiar reintegrações e reativar dinâmicas comunitárias.

Conservação e subsistência: consensos locais em Canhabaque

Processo de mediação entre população local, pescadores e gestão do parque para clarificar regras, reduzir tensões e fortalecer a co-gestão ambiental.

Quando a herança divide, o diálogo recompõe

Processo de mediação para resolver conflitos de herança, proteger direitos de viúvas e crianças e restaurar a coesão intrafamiliar.

Uno não é terra de ninguém: acordos à beira-mar

Conversas difíceis, decisões partilhadas e regras claras para proteger lugares sagrados e o ambiente.

Canogo: Mediação comunitária num enclave insular

Processo de mediação entre duas tabancas bijagós para conter violência, restaurar diálogo e criar bases de convivência duradoura.

Quem manda na luz? Farim à procura de consenso

Um conflito ligado à gestão da luz elétrica em Farim revelou fragilidades na administração do bem comum. O processo de mediação abriu caminhos para soluções partilhadas.

Quando a cedência vira disputa: Balantas e Manjacos em Sugun

A alienação de terras comunitárias sem consenso desencadeou expulsões, medo e um processo judicial, fragilizando a convivência interétnica em Mansoa.

Uma bolanha, duas tabancas e um conflito que não cicatriza

Em Nhacra, o conflito por bolanha expõe rivalidades antigas, acesso desigual à água e a fragilidade dos mecanismos locais de resolução de conflitos

Mansabá: Crise de liderança e desconfiança na AFASMA

Conflito de liderança em Mansabá revela limites da gestão associativa sem diversidade e diálogo. Compromisso aponta para assembleia geral e reformas internas.

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