Bentu ta supra…pa tudu kilis ku sedu… (suma ami)

Jogo/dinâmica indicado para tornar visível a diversidade interna de um grupo e refletir sobre a disputa por recursos limitados. Através da troca constante de lugares, surgem critérios de pertença, exclusão e identificação, permitindo questionar como diferenças são nomeadas, valorizadas ou hierarquizadas. Adequado para trabalhar temas como identidade, poder, conflito, convivência e tomada de decisão coletiva em grupos médios e grandes.

Nível de energia: Muito intenso
Fase(s) da caminhada:
Tipo de elemento didático:
Participantes:
Tamanho do Grupo: Medio, 20–25 pessoas
Duração (sem a reflexão): 20 Minutos

PREPARAÇÃO

Materiais comuns: Bancos

Preparação do espaço: podemos trabalhar ao ar livre ou no interior de um edifício, por exemplo, numa sala de aula ou à sombra de uma mangueira.

As cadeiras (que devem ser móveis e resistentes) estão posicionadas em círculo e o espaço deve estar livre de objetos. Os materiais pessoais devem ser colocados de lado para não serem danificados.

Esta dinâmica é ideal para ser combinada com a exploração do sentido profundo do hino nacional da Guiné-Bissau, nomeadamente das palavras “ramos do mesmo tronco”.

Tempo mínimo necessário para a reflexão: 20 Minutos

ROTEIRO - PASSO A PASSO

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DICAS E PERGUNTAS PARA A REFLEXÃO

Vamos refletir profundamente sobre a experiência que acabámos de viver em conjunto. Que experiência teve cada um/uma de nós? Que aspetos das nossas vidas, das nossas famílias, do nosso trabalho, das nossas organizações e do nosso país podemos relacionar com ela?

Garandis kuma

FIDJU DI PIS I PIS

– Reflita o encinamento popular e fundamente o porque é ou porque não é uma verdade.

OBJETIVOS E EXEMPLOS AUDIOVISUAIS

Objetivos específicos:

Todas as pessoas são diferentes do ponto de vista social, mas iguais do ponto de vista humano. Nenhuma diferença deve ser utilizada para alegar superioridade ou privilégios, a não ser que estes estejam socialmente estabelecidos (mesmo assim, podem estar na origem de muitos conflitos). Há diferenças que é mais fácil expor em sociedade e outras que preferimos manter em segredo. Consoante o contexto, uma diferença bem vista num grupo pode ser vista com desconfiança noutro.

Objetivos gerais: Empatia e conexão, Análise crítica, Autoconhecimento, Libertação emocional, Confiança no grupo, Aplicação prática