A mediação deste conflito começou numa fase anterior do processo formativo, permitindo reduzir resistências e abrir espaço para o diálogo entre feirantes e autoridades.
Os resultados iniciais foram positivos, mas colocaram novos desafios ligados à organização urbana e à governação local.
O seguimento focou-se em transformar a aceitação do novo mercado num processo estável, participativo e socialmente legitimado.
A Camara municipal de Gabú, construiu um novo mercado municipal, ao constatar que antiga já não consegue albergar todos os feirantes. Não havia espaço e mesmo circulação era muito difícil nos passeios.
Tanto os citadinos de Gabu e assim como os feirantes estavam de acordo com a mudança para o novo mercado construído de raiz. Só que no memento da mudança houve contestação por parte de alguns feirantes que alegaram que no novo mercado não é provável que vão ter clientes devido a distância do mesmo.
O GKP-Gabu, estabeleceu como os primeiros passos reunir- se com as autoridades administrativas locais, e ouvir deles as suas opiniões sobre como encontrar pontos em comum entre diferentes interesses em jogo. E em seguida promoveu encontros os feirantes. Ainda houve um outro encontro com a sociedade civil de Gabú.
Neste âmbito os/as representantes eleitos de Badim-Kafó, apoiados pela Rede Fórum de Paz, identificaram as seguintes propostas para atingir uma solução sustentável: