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Um novo mercado, novas regras de convivência
Estado: INATIVO
Última avaliação: 2025/10/16

CONTEXTO

A mediação deste conflito começou numa fase anterior do processo formativo, permitindo reduzir resistências e abrir espaço para o diálogo entre feirantes e autoridades.

Os resultados iniciais foram positivos, mas colocaram novos desafios ligados à organização urbana e à governação local.

O seguimento focou-se em transformar a aceitação do novo mercado num processo estável, participativo e socialmente legitimado.

Análise inicial da situação de conflito

A Camara municipal de Gabú, construiu um novo mercado municipal, ao constatar que antiga já não consegue albergar todos os feirantes. Não havia espaço e mesmo circulação era muito difícil nos passeios.

Tanto os citadinos de Gabu e assim como os feirantes estavam de acordo com a mudança para o novo mercado construído de raiz. Só que no memento da mudança houve contestação por parte de alguns feirantes que alegaram que no novo mercado não é provável que vão ter clientes devido a distância do mesmo.

PASSOS DADOS NA MEDIAÇÃO DO CONFLITO

O GKP-Gabu, estabeleceu como os primeiros passos reunir- se com as autoridades administrativas locais, e ouvir deles as suas opiniões sobre como encontrar pontos em comum entre diferentes interesses em jogo. E em seguida promoveu encontros os feirantes. Ainda houve um outro encontro com a sociedade civil de Gabú.

Evolução do conflito identificado (no terreno)

  • Grupo Kumpuduris de Paz Gubu, conseguiu um entendimento que culminou com um consenso entre administração local e os feirantes;
  • As pessoas e as viaturas já circulam livremente sem causar perigo de vida aos piões no centro da cidade,
  • Há cada vez mais aceitação e o aumento das atividades comerciais no novo mercado;

Propostas de solução a nível local

DESFECHO DA MEDIAÇÃO

Recomendações para a solução sustentável a nível nacional

Neste âmbito os/as representantes eleitos de Badim-Kafó, apoiados pela Rede Fórum de Paz, identificaram as seguintes propostas para atingir uma solução sustentável:

  • O Governo regional deve colaborar a favor das necessidades da população;
  • Criação de um gabinete regional de plano que envolva as ONG,s, e os líderes de opiniões na procura de soluções;
  • Criação de uma comissão de gestão para os mercados com seguintes objetivos: apoiar na organização e fiscalização das cobranças, de modo criar condições higiénicas;
  • ONU-Mulher deve apoiar AMAE com programas de reforço das capacidades dos seus associados;