Braima, órfão criado pelo tio, cresce marcado por desigualdades dentro da própria família. Após a morte do tutor, a prima Vani ignora a vontade do pai e recusa-lhe o direito à herança de um terreno. O conflito agrava-se e resulta na perda de uma vida, enquanto Braima tenta reivindicar justiça. No entanto, as suas tentativas falham devido ao nepotismo e à corrupção na polícia e no tribunal. A peça revela como a ausência de justiça efetiva pode aprofundar conflitos familiares, transformar injustiças em tragédias e deixar os mais vulneráveis sem proteção, num sistema onde a justiça serve apenas alguns.