FARMÂCIAS INCONTROLADAS E AUMENTO DE DOENÇAS ENDÊMICAS
1. Falta de controlo de farmácias e aumento de doenças infeciosas;
2. Dificuldades de acesso à saúde ;
3. Venda descontrolada de medicamentos;
4- Uso de drogas e falta de apoio familiar ;
5. Compra de medicamentos sem orientação médica
6. Falta de condições adequadas para venda de medicamentos nas farmácias
7. Existência de medicamentos fora do prazo
8. Fragilidade nas linhas fronteiriças e falta de meios para agentes de guarda fronteiras;
9. Falta de assistência aos estudantes e alunos;
1. Reforço de fiscalização e cobertura de parcerias ;
2. Visitas regulares de inspeção sanitária e envolvimento da sociedade civil;
3. Garantir a segurança na entrega de medicamentos nas linhas fronteiriças;
4, Formação e equipamento de agentes de guarda fronteira sobre contrabando e crime organizado;
5. Campanha de sensibilização sobre a importância da saúde ;FALTA DE ACESSO À JUSTIÇA E MOROSIDADE NA JUSTIÇA
1. Falta de tribunal setorial, dificuldade acesso à justiça e morosidade processual;
2. Dependência da justiça e despesas elevadas na procura de justiça;
3. Realização de justiça tradicional e cobranças ilícitas pela polícia da ordem pública;
4. Detenções arbitrárias e falta de informações sobre acesso à justiça;
1. Abertura de tribunais setoriais e formação de agentes do setor judicial e líderes comunitários;
2. Promoção de denuncia e proteção de denunciantes;
3. Fortalecimento de campanhas de sensibilização sobre a importância da justiça, direitos humanos e acesso à justiça;
4. Aceleração de processos judiciais e promoção de pessoal judicial por desempenho profissional;LIVRE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS E BENS NAS ZONAS FRONTEIRIÇAS (DIFICULDADES)
1. Desrespeito ao princípio comunitário de livre circulação das pessoas e suas mercadorias nas fronteiras;
2. Cobranças ilícitas e não reconhecimento da mesma identidade (Bilhete da (CEDEAO) nas fronteiras;
3. Aumento de vias clandestinas e ausência de Posto Legal no setor;
4. Falta de segurança no controlo de migração e fiscalização alfandegária;
5. Abuso de poder nas zonas fronteiriças pelas autoridades;
1. Reduzir as taxas sobre mercadorias que circulam no território nacional;
2. Abertura de posto legal em Pitche para entrada em Senegal, evitando via clandestina ;
3. Formação de agente de guarda, segurança e líderes comunitários sobre circulação de pessoas e bens;
FALTA DE ENERGIA ELÉTRICA E SEGURANÇA SOCIAL
1. Falta de energia elétrica prejudica o desenvolvimento e aumenta a vulnerabilidade devido às altas taxas ;
2. Carência de materiais elétricos nos mercados ;
3.Elevado custo de mão de obra na comunidade
4. Falta de emprego para os jovens devido a inexistência de centro de formação profissional;
1. Acelerar a distribuição energética de barragem nos setores;
2. Reduzir taxas para que todos tenham acesso a energia;
3. Adoção de políticas públicas que possibilitem à comunidade comprar equipamentos elétricos;
4. Abrir centro de formação técnico e profissional para qualificação jovens em diferentes áreas; CONFLITO ENTRE CRIADORES DE GADO E AGRICULTORES E ROUBO DE GADO
1. Aumento de Conflito entre criadores de gado e agricultores no setor de Pitche ;
2.Falta de engajamento das autoridades e dificuldade em definir zonas de pastagem e agrícolas;
3. Ocupação de zonas de pastagem nas estradas;
4. Agricultores e criadores descontentes por falta de terrenos adequados;
1. Divulgação e aplicação a lei de terras;
2. Definição e delimitação de zonas de pastagem e agrícola para atenuar os conflitos;
3. Formação de atores políticos e sociais sobre a segurança e administração pública e gestão de conflitos;POLÍTICAS PÚBLICAS E AUTARQUIAS LOCAIS
1. Políticas públicas e autarquias locais na Guiné-Bissau
2. Incompletude de democracia devido a não realização das eleições autárquicas;
3. Receitas das regiões e setores não são aplicadas no desenvolvimento local;
4. Governo central faz pouco pelo desenvolvimento regional e orçamento de estado não atende problemas dos setores;
1. Realização das eleições autárquicas na Guiné-Bissau conforme a Constituição e instrumentos sobre a modalidade da administração estadual autônima;
2. Adoção de politicas publicas para o investimento local e alocar regiões de fundo a partir do orçamento geral do estado;
3. Formação de atores políticos e sociais sobre autarquias locais, importância e desafios;