FALTA DE ACESSO A TRANSPORTE PÚBLICO
1.Falta de investimento em transporte público
2.Custo elevado por causa das más infraestruturas;
3.Transporte só funciona na campanha do caju; viagem Boé-Gabú demora 3 a 5 dias;
4. Comunidade leva mercadorias para país vizinho por falta de transporte;
5. Moto-táxi custa 15.000 a 20.000, limitando circulação e venda de produtos;
6- Mulheres não fazem trabalhos de risco por falta de transporte seguro;
1. Investir em transporte público de qualidade;
2. Implementar políticas públicas para mobilidade urbana sustentável;
3. Intervenção do governo na construção de infraestruturas;
4. Adotar zengada ou barcação para facilitar transporte;
5.Revisão da lei sobre transporte público + conscientização;
6.Baixar preço do transporte público e acabar com cobranças ilícitas;PRÁTICAS NEFASTAS:CASAMENTO FORÇADO E PRECOCE, MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA, ABANDONO ESCOLAR
1. Pais obrigam filhas a abandonar escola para casamento, entre 13 e 15 anos;
2. Religião e tradição são usadas para justificar as práticas;
3. Mais de 100 crianças fora do sistema de educação por falta de professores;
4. Greves sucessivas na função pública prejudicam aulas;
5. Mutilação Genital Feminina continua em algumas comunidades apesar das campanha;
1. Implementar políticas públicas para ensino de qualidade;
2.Reforçar investimento em políticas contra MGF;
3.Campanhas de sensibilização sobre riscos do casamento precoce e forçado;
4. Apoiar ONGs locais para dinamizar campanhas;
5. Criar estratégias com ONGs nacionais para sensibilizações;DIFICULDADE DE INFRAESTRUTURA RODOVIÁRIA
1. Isolamento do setor de Boé por falta de estradas;
2. Falta de ponte no rio TcheTche impede circulação;
3. Só existe uma ambulância pequena; falta de zengada maior;
4. Má condição das estradas eleva custo do transporte;
5. Comunidade precisa atravessar Guiné-Conacri para acessar o setor;
1. Reabilitar as estradas de acesso ao setor;
2. Construir ponte no rio TcheTche;
3. Estado deve construir estradas e controlar custos de viagem para torná-los acessíveis;
4. Resolver o custo de transporte para a população;FALTA DE ENERGIA ELÉTRICA E SEGURANÇA SOCIAL
1. Setor sem energia elétrica há longos anos, desde a independência;
2. Todas as tabancas, escolas, hospitais e estradas estão sem luz;
3. Falta de energia afeta serviços essenciais: saúde, educação, água;
1. Estado da Guiné-Bissau deve engajar-se para eletrificar o Setor de Boé;
2. Eletrificar hospitais, escolas, estradas e outros serviços públicos;
3. Criar autarquias locais para que gestores sejam escolhidos pela comunidade;FUGA DE JOVENS DAS ZONAS RURAIS PARA OS CENTROS URBANOS (FATORES QUE INFLUENCIAM)
1. Setor de Boé só tem escola da 1ª à 6ª classe;
2. Falta de emprego para jovens;
3. Falta de mercado para venda de produtos de 1ª necessidade;
4. Ausência do Estado no setor;
5. Falta de liceus e centros de formação profissional;
6. Necessidade de projetos que empreguem jovens;
1. Aumentar salário dos professores colocados em Boé para atrair docentes;
2. Abertura de lumo semanal;
3. Redução de preços e fim das cobranças ilícitas aos feirantes de lumo
[feira];DIFICULDADE DE CONTROLO DOS RECURSOS NATURAIS
1.Pouco controle comunitário sobre os recursos;
2.Estudos antigos mostram benefícios, mas não foram concluídos;
3.Falta de colaboração entre Estado e Comunidade;
1. União entre a comunidade
2. Criação de plataforma de ONGs
3. Estado deve realizar audiências públicas
4. Negociação direta entre Estado e comunidade