NÔ MAMA PA BEM DI GUINÉ

Este Bantaba reconhece os/as TAJ e o CAJ como parceiros-chave no apoio e orientação jurídica.

TAJ: Armando Soares

CAJ Buba

Bantaba di Paz: Fulacunda

Data da realização: 2026/05/09

Participantes: 41
m: 25
; f: 16
O GKP N’nafá Sóbia é membro do CTO-Bissau/Fórum de Paz, que implementa a série “Bantaba di Paz 2026” em todos os setores administrativos da Guiné-Bissau, em parceria com a Voz di Paz e a WANEP-GB.

ALTA DE ENERGIA E ÁGUA POTÁVEL

1- Falta de cumprimento do acordo por parte do Governo em dar energia às outras localidades fora do projeto; 2- Falta de conservação dos fontanários; 3- Roubo dos painéis solares colocados na via pública e das baterias; 4- Desmatação abusiva das árvores de grande porte.

1- Reabilitação, por parte da comunidade, das energias renováveis através da cotização; 2- Conservação dos fontanários e cotização para a sua manutenção; 3- Pedir ao Governo o engajamento para que a energia da barragem chegue o mais rápido possível ao setor de Fulacunda; 4- Apoio do Governo na construção de fontanários com mais capacidade.

CONFLITO ENTRE DIREÇÃO DO PARQUE E A COMUNIDADE

1- Falta de informação por parte da comunidade ou da população que está dentro do parque; 2- Venda descontrolada da mata por parte da comunidade sem respeitar as normas do parque; 3- Ignorância ao ultrapassar as áreas delimitadas pelo parque.

1- Revisão do estatuto sobre o Parque Natural das Lagoas de Cufada; 2- Criação de microcrédito para as mulheres que estão dentro das áreas protegidas e infraestruturas em benefício da comunidade (escolas).

INVASÃO DOS PESCADORES ESTRANGEIROS NO RIO GRANDE DE BUBA

1- Existência de grande quantidade de peixe de qualidade no Rio Grande de Buba; 2- Falta de controlo dos pescadores estrangeiros por parte do Estado; 3- Falta de aplicação das leis por parte do Estado; 4- Falta de colaboração e coordenação entre instituições.

1- Aumentar a frequência da fiscalização; 2- Aplicação de medidas de caução a quem for apanhado em violação; 3- Envolver o poder tradicional na fiscalização e tomada de decisões; 4- Fazer campanhas de sensibilização nas comunidades ao redor do rio; 5- Registar todos os pescadores afetos ao rio.

FALTA DE LOJA DE VENDA DE MATERIAIS DE PESCA ACESSÍVEL

1- Falta de organização da associação dos pescadores; 2- Falta de coordenação entre Governo e associações dos pescadores; 3- Falta de meios financeiros.

1- Proibição de venda dos materiais inaceitáveis para pesca; 2- Disponibilização de fundo de crédito para a associação dos pescadores; 3- Criação de lojas comunitárias para a venda de materiais de pesca acessíveis.

FALTA DE ATUALIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DO REGULAMENTO E FUNCIONAMENTO DO PARQUE (PNLC)

1- Baixo nível de comunicação com as comunidades; 2- Falta de capacidade técnica; 3- Escassez de técnicos qualificados.

1- Promover dias comunitários de sensibilização ambiental; 2- Sinalização de limites internos: zona vermelha, limite da zona amarela e zona verde.

FALTA DE ESQUADRA DE POLíCIA SETORIAL

1- Falta de planeamento estratégico por parte do Estado; 2- Ausência de estudos sobre necessidades reais por região.

1- Reabilitar edifícios públicos abandonados para uso policial nos setores; 2- Recrutamento oficial, por parte do Estado, de agentes policiais; 3- Incluir a segurança setorial no plano nacional de desenvolvimento.