NA BOM SINTADU KIL KU DÉ UDJU TA TCHUBI NARIZ

Data da realização: 2026/04/18

O GKP Baetchan Plentche é membro do CTO-Bissau/Fórum de Paz, que implementa a série “Bantaba di Paz 2026” em todos os setores administrativos da Guiné-Bissau, em parceria com a Voz di Paz e a WANEP-GB.
CAJ-GB

TAJ: Ladislau Domingos Sami

CAJ Canchungo

DIFICULDADE DE RELACIONAMENTO ENTRE HORTICULTORES E CRIADORES DE GADO

1. As vacas invadem os campos hortícolas de Fevereiro à Abril; 2. Os rendimentos hortícolas suportam a escolarização de filhos; 3. Inexistência de lugares de pastagens e hortícolas apropriados geram conflitos de interesses; 4. Os pastores por serem crianças não conseguem suportar e controlar os gados a direção desejada; 5. Conivência das mães na venda nos mercados os produtos hortícolas roubados pelos próprios filhos;

1. Que os pastores passam a ser pessoas idóneos de modo a poderem controlar e guiar os gados as bolanhas para efeito de pastagem; 2. Que as horticultoras arranjem a forma mais segura de vedar com arrames farpados os campos para evitar a invasão e danos dos gados; 3. Que as autoridades Administrativas e o poder tradicional articulem na tomadas de medidas de fazer os criadores a controlarem os animais evitando os conflitos recorrentes.

DESENTENDIMENTO LIGADO AO FORNECIMENTO DA ÁGUA

1. Fornecimento irregular da água e não equitativa pela empresa fornecedora; 2. Roubo de Painel no centro de saúde dificulta o fornecimento de água; 3. Falta de manutenção de furo de água por construída desde a época colonial parte da administração e serviços de energia, 4. Existências de furos de aguas salmouradas; 5. Inexistência de rede de fornecimento de água aos bairros provoca escassez; 6. Venda de água nos bidões através de moto carro, uma alternativa para reduzir o escassez de liquido; 7. O aumento de número de pessoas devido a campanha de castanha de caju agravar a crise de água.

1. Que as comunidades se organizem e criam iniciativas próprias de fornecimento de água potável através de um modelo de cotização por casa ou pessoa (copiar modelos das tabancas de Pandim e Canhobe) no Setor de Canchungo; 2. Que a Administração crie e apropria de um plano de instalações de furos de água para evitar a duplicação de instalação furos na mesma comunidade; 3. Que os jovens através das iniciativas cidadãs e com apoio da Administração do Setor aproveitando os fontenários existentes e utilizados como alternativas de fornecimento de agua a vila;

AUMENTO DE CRIMINALIDADE GERA DESCONFIANÇA SOCIAL

1. Ninguém consegue viver tranquilo e sossegado em Bula; 2. Se nada for feito para travar as constantes ondas de conflitos ligados a roubo e outros males nas hortas, podem gerar guerra étnica em Bula entre Mancanhas e Balantas; 3. Época da campanha de caju reativam conflitos de interesses ligados a posse de terra; 4. Sente-se a ausência das autoridades administrativas e de forças de defesa e segurança no combate ao roubo e dos atos da violência; 5. Venda de catana, facas, armas de caça nos lumos e outros lugares públicos incentivam casos de violência em Bula.

1. A justiça deve ser funcionar na sua plenitude e de forma cekere para diminuir os atos criminosos; 2. Que o Governo coloca na fronteira entre Augusto Barros e Dabatear um destacamento ou esquadra de policia para fazer sentir a presença de estado na zona; 3. Que as organizações versadas na materia de promoção da paz, realizem series de ações de djumbai de sensibilizações em ciparadas e outro em conjunto com vista a restabelecer o laços de amizade e de convívio entre eles; 4. Que o Régulo central de Bula crie espaço de concertação e de troca de experiências e informações entre os chefes e regulos da zona, com vista a combaterem em simultâneo os males que afetam a zona.

ROUBO DE GADO A MÃO ARMADA, AMEAÇAS AO CRESCIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL

1. Fraca confiança entre citadinos de Bula e as Forças de defesa e segurança; 2. Bula uma cidade insegura e fragmentada; 3. Álcool, drogas e prostituição afetam gravemente a camada juvenil, 4. Aparente envolvimento das forças de defesa e segurança com os ladrões dificultam o combate a roubo de gado a mao armada; 5. Roubo de gado a mão armada não tem nada haver com cultura e nem religião; 6. Ausência de assunção da responsabilidade da educação de base incentivam atos de banditismo;

1. As Forças de defesa e segurança de Bula devem ser reestruturadas, transferidas as caras antigas e colocadas as novas; 2. Não admitir a participação de menores de idade nos jogos de dinheiros ou apostas; 3. Que as mulheres horticultoras organizem e estipulam o horário de ida e saída das bolanhas de rega em conjunto para protegerem e evitar os casos de esturfo (Bafa); 4. Que seja construída nova prisão em Bula e adequada as normas de prisões moderna e garantir a condição da reencarnação social.

PROLIFERAÇÃO E USO DESCONTROLADO DAS ARMAS DE FOGO

1. Porte e uso de arma de fogo fenómeno visível nas comunidades; Efeitos de 7 de junho de 1998 perturba a boa convivência nas comunidades; 2. Inexistência de encontro eficaz das armas de fogo pelas autoridades competentes; 3. Possível conivência das forças de defesa e segurança na proliferação e uso não autorizada das armas de fogo;

1.O governo deve levar a cabo ações de sensibilizações visando a identificação das pessoas na posse das armas de fogo, envolvendo chefes das tabancas e poder tradicional ; 2.Que o Governo Desencadeia ações de recolha e arrecadação adequada das armas de fogo mediante uma recompensa monetário ou de outros bens; 3. Que sejam envolvidas todas as entidades, as ONGs e OSC nos trabalhos de sensibilizações e recolha das armas de fogo;

REDE SOCIAL ENQUANTO AMEAÇA E FORÇA SOCIAL

1. Uso inadequado das ferramentas digitais (rede social) cria desestabilização familiar e comunitária; 2. Ativismo social sem critérios aumentam a fragmentação social; 3. Uso descontrolado e inadequado da rede social, reforça a fragilidade e instabilidade do estado; 4. Rede social antes, durante e apos o período eleitoral, convocou o pais a divisão étnicas ou religiosas através dos de discursos de ódios e violências promovidos por certos ativistas sociais;

1. Que as Organizações da sociedade civil e Associação dos pais e encarregados de educação envolvem na campanhas de sensibilizações sobre as vantagens e desvantagens da rede social; 2. Que os pais e encarregados de educação controlem e acompanhem de modo integral os filhos no uso de telemóveis; 3. Que as autoridades reguladoras dos serviços de telecomunicações, acionem mecanismo de controlo do sistema de telecomunicação do país.