DIFICULDADE DE RELACIONAMENTO ENTRE HORTICULTORES E CRIADORES DE GADO
1. As vacas invadem os campos hortícolas de Fevereiro à Abril;
2. Os rendimentos hortícolas suportam a escolarização de filhos;
3. Inexistência de lugares de pastagens e hortícolas apropriados geram conflitos de interesses;
4. Os pastores por serem crianças não conseguem suportar e controlar os gados a direção desejada;
5. Conivência das mães na venda nos mercados os produtos hortícolas roubados pelos próprios filhos;
1. Que os pastores passam a ser pessoas idóneos de modo a poderem controlar e guiar os gados as bolanhas para efeito de pastagem;
2. Que as horticultoras arranjem a forma mais segura de vedar com arrames farpados os campos para evitar a invasão e danos dos gados;
3. Que as autoridades Administrativas e o poder tradicional articulem na tomadas de medidas de fazer os criadores a controlarem os animais evitando os conflitos recorrentes.
DESENTENDIMENTO LIGADO AO FORNECIMENTO DA ÁGUA
1. Fornecimento irregular da água e não equitativa pela empresa fornecedora;
2. Roubo de Painel no centro de saúde dificulta o fornecimento de água;
3. Falta de manutenção de furo de água por construída desde a época colonial parte da administração e serviços de energia,
4. Existências de furos de aguas salmouradas;
5. Inexistência de rede de fornecimento de água aos bairros provoca escassez;
6. Venda de água nos bidões através de moto carro, uma alternativa para reduzir o escassez de liquido;
7. O aumento de número de pessoas devido a campanha de castanha de caju agravar a crise de água.
1. Que as comunidades se organizem e criam iniciativas próprias de fornecimento de água potável através de um modelo de cotização por casa ou pessoa (copiar modelos das tabancas de Pandim e Canhobe) no Setor de Canchungo;
2. Que a Administração crie e apropria de um plano de instalações de furos de água para evitar a duplicação de instalação furos na mesma comunidade;
3. Que os jovens através das iniciativas cidadãs e com apoio da Administração do Setor aproveitando os fontenários existentes e utilizados como alternativas de fornecimento de agua a vila;AUMENTO DE CRIMINALIDADE GERA DESCONFIANÇA SOCIAL
1. Ninguém consegue viver tranquilo e sossegado em Bula;
2. Se nada for feito para travar as constantes ondas de conflitos ligados a roubo e outros males nas hortas, podem gerar guerra étnica em Bula entre Mancanhas e Balantas;
3. Época da campanha de caju reativam conflitos de interesses ligados a posse de terra;
4. Sente-se a ausência das autoridades administrativas e de forças de defesa e segurança no combate ao roubo e dos atos da violência;
5. Venda de catana, facas, armas de caça nos lumos e outros lugares públicos incentivam casos de violência em Bula.
1. A justiça deve ser funcionar na sua plenitude e de forma cekere para diminuir os atos criminosos;
2. Que o Governo coloca na fronteira entre Augusto Barros e Dabatear um destacamento ou esquadra de policia para fazer sentir a presença de estado na zona;
3. Que as organizações versadas na materia de promoção da paz, realizem series de ações de djumbai de sensibilizações em ciparadas e outro em conjunto com vista a restabelecer o laços de amizade e de convívio entre eles;
4. Que o Régulo central de Bula crie espaço de concertação e de troca de experiências e informações entre os chefes e regulos da zona, com vista a combaterem em simultâneo os males que afetam a zona.ROUBO DE GADO A MÃO ARMADA, AMEAÇAS AO CRESCIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL
1. Fraca confiança entre citadinos de Bula e as Forças de defesa e segurança;
2. Bula uma cidade insegura e fragmentada;
3. Álcool, drogas e prostituição afetam gravemente a camada juvenil,
4. Aparente envolvimento das forças de defesa e segurança com os ladrões dificultam o combate a roubo de gado a mao armada;
5. Roubo de gado a mão armada não tem nada haver com cultura e nem religião;
6. Ausência de assunção da responsabilidade da educação de base incentivam atos de banditismo;
1. As Forças de defesa e segurança de Bula devem ser reestruturadas, transferidas as caras antigas e colocadas as novas;
2. Não admitir a participação de menores de idade nos jogos de dinheiros ou apostas;
3. Que as mulheres horticultoras organizem e estipulam o horário de ida e saída das bolanhas de rega em conjunto para protegerem e evitar os casos de esturfo (Bafa);
4. Que seja construída nova prisão em Bula e adequada as normas de prisões moderna e garantir a condição da reencarnação social.PROLIFERAÇÃO E USO DESCONTROLADO DAS ARMAS DE FOGO
1. Porte e uso de arma de fogo fenómeno visível nas comunidades;
Efeitos de 7 de junho de 1998 perturba a boa convivência nas comunidades;
2. Inexistência de encontro eficaz das armas de fogo pelas autoridades competentes;
3. Possível conivência das forças de defesa e segurança na proliferação e uso não autorizada das armas de fogo;
1.O governo deve levar a cabo ações de sensibilizações visando a identificação das pessoas na posse das armas de fogo, envolvendo chefes das tabancas e poder tradicional ;
2.Que o Governo Desencadeia ações de recolha e arrecadação adequada das armas de fogo mediante uma recompensa monetário ou de outros bens;
3. Que sejam envolvidas todas as entidades, as ONGs e OSC nos trabalhos de sensibilizações e recolha das armas de fogo;REDE SOCIAL ENQUANTO AMEAÇA E FORÇA SOCIAL
1. Uso inadequado das ferramentas digitais (rede social) cria desestabilização familiar e comunitária;
2. Ativismo social sem critérios aumentam a fragmentação social;
3. Uso descontrolado e inadequado da rede social, reforça a fragilidade e instabilidade do estado;
4. Rede social antes, durante e apos o período eleitoral, convocou o pais a divisão étnicas ou religiosas através dos de discursos de ódios e violências promovidos por certos ativistas sociais;
1. Que as Organizações da sociedade civil e Associação dos pais e encarregados de educação envolvem na campanhas de sensibilizações sobre as vantagens e desvantagens da rede social;
2. Que os pais e encarregados de educação controlem e acompanhem de modo integral os filhos no uso de telemóveis;
3. Que as autoridades reguladoras dos serviços de telecomunicações, acionem mecanismo de controlo do sistema de telecomunicação do país.